A Restauração da Nação Israelita à sua Pátria – Fim dos Dias.

A RESTAURAÇÃO DE ISRAEL A restauração de Israel à Palestina e a futura conversão da nação a Cristo ocupa um importante lugar na profecia Bíblica. O retorno de Israel...

A RESTAURAÇÃO DE ISRAEL

A restauração de Israel à Palestina e a futura conversão da nação a Cristo ocupa um importante lugar na profecia Bíblica. O retorno de Israel para a Terra Santa é um evento que hoje ocorre, e é um sinal importante de que a segunda vinda de Cristo está próxima.

 

I. Necessidade da escolha de uma nação

As nações, depois do Dilúvio, originaram-se dos três filhos de Noé. “Estes são os três filhos de Noé: e deles se povoou toda a terra.” (Gênesis 10: 32). As nações recém formadas logo degeneraram-se para o paganismo. Elas esqueceram-se do único Deus verdadeiro; elas viveram em pecado. Elas mudaram a adoração a Deus em idolatria (Romanos 1: 21- 23) e a verdade de Deus em mitologia (Romanos 1: 25). Estando na escuridão do paganismo, as nações desagradavam a Deus. Ele desejava que todas as nações O adorassem como único verdadeiro Deus e que vivessem de acordo com Sua verdade e justiça. Sendo assim, mediante Seu plano de salvação, Deus propôs resgatar as nações da escuridão e restaurá-las para a luz. Ele planejou salvá-las do pecado para a justiça, da idolatria para o monoteísmo, e da mitologia para a verdade.

 

Para executar Sua obra de resgate das nações para Si, planejou Deus trabalhar através de uma nação escolhida. Esta nação escolhida seria um exemplo e uma testemunha missionária para as outras nações. Ela seria um meio para restaurar as outras nações para com Deus. Que nação escolheria Deus para realizar esta obra de redenção? Deus escolheria o Egito? Escolheria Ele a China? Escolheria Ele a Babilônia? Nenhuma destas nações existentes sobre a terra estavam qualificadas para esta obra de redenção. Todas as nações se degeneraram para o paganismo; todas igualmente estavam com necessidade de redenção. Deus não poderia usar qualquer nação que já fosse existente. Sendo assim, Deus planejou formar Sua própria nação especial para aquele propósito especial.

 

II. Formada uma nação escolhida

Deus selecionou Abraão para ser o fundador de Sua nação missionária escolhida, Israel. Israel nunca haveria de existir se não fosse pela obra de Deus. Abraão e sua esposa, Sara, não tinham filhos e não tinham esperança em possuir filhos. A origem, continuação e preservação da nação resultou da obra miraculosa de Deus. Deus disse a Abraão: “Eu farei de ti uma grande nação” (Gênesis 12: 2). A grande nação deve sua origem a Deus.

 

Israel, a nação especial de Deus, foi escolhida e exaltada sobre todas as outras nações. “Agora portanto, se vós obedecerdes a minha voz, e observardes meu concerto, então sereis para mim um tesouro peculiar entre todos os povos: pois toda a terra é minha: e vós sereis para mim um reinado de sacerdotes, e uma nação santa” (Êxodo 19: 5, 6). “Pois vós sois povo santo para o Senhor vosso Deus, e o Senhor vos escolheu para serem um povo especial para si, sobre todos os povos que estão sobre a face da terra”(Deuteronômio 7: 6). “Porque és povo santo ao SENHOR, teu Deus, e o SENHOR te escolheu de para lhe seres o seu povo peculiar, de todas as nações que estão sobre a terra.” (Deuteronômio 14: 2) . “E o Senhor, hoje, te fez dizer que lhe serás por povo seu próprio, como te tem dito, e que guardarás todos os seus mandamentos. Para assim te exaltar sobre todas as nações que fez, para louvor, e para fama, e para glória, e para que sejas um povo santo ao Senhor, teu Deus, como tem dito.” (Deuteronômio 26: 18, 19). “Mostra a sua palavra a Jacó, os seus estatutos e os seus juízos, a Israel. Não fez assim a nenhuma outra nação; e, quanto aos seus juízos, nenhuma os conhece. Louvai ao Senhor! ” (Salmos 147: 19, 20).

 

Existindo um ministério missionário para Seu povo escolhido, Deus os colocou na terra de Canaã, que é uma ponte para os três continentes (Ásia, África, e Europa), na encruzilhada das nações, no coração da terra. Israel deveria ser “uma cidade colocada sobre uma colina. “ Ela deveria ser uma luz brilhando na escuridão do paganismo. Israel deveria ser uma nação sacerdotal e trazer as nações de volta para Deus.

 

A história do Velho Testamento registra a triste história da falha de Israel quando permaneceu em separado como um povo e nação missionária. Ela relata o registro trágico do pecado de Israel e a apostasia em relação a Deus. No entanto, a profecia Bíblica, mostra a restauração dos judeus, sua futura purificação e conversão a Cristo, e sua exaltação entre as nações. No futuro reino de Cristo, Israel redimido cumprirá o propósito missionário original de Deus. (Isaías 60: 1- 22; 61:5,6; 66: 19- 21; Zacarias 8: 20- 23.)

 

III. CONCERTO DE DEUS COM ABRAÃO

A terra da Palestina pertence aos judeus. Deus, que é o possuidor do universo, prometeu a terra de Israel por eterna possessão. Para muitos observadores, o futuro destino da Palestina é um assunto de especulação. Entretanto, para os estudantes da Bíblia, não há necessidade de suposições. A Palestina é a Terra Santa da Bíblia, e a Palavra de Deus é muito clara quando diz a quem pertence a terra. A terra pertence a Israel.

 

Gênesis 12: 1- 3, 7 Terra prometida, semente, bênção

Gênesis 13: 14- 17 Toda a terra que ele pode ver

Gênesis 15: 5- 7, 18 Para tua semente concedida a terra

Gênesis 17: 1- 8 Uma possessão eterna.

Gênesis 22: 16- 18 Em tua semente benditas todas as nações

Romanos 4: 13 Herdeiro do mundo

 

Deus chamou Abraão da cidade de Ur do Caldeus para a terra de Canaã. Num concerto solene, Deus deu a terra a Abraão e a seus descendentes por possessão eterna. Gênesis 17: 7, 8 pode ser descrito como um termo de garantia da terra prometida, mediante o qual a posse eterna de Abraão está assegurada: “E estabelecerei o meu concerto entre mim e ti e a tua semente depois de ti em suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente depois de ti. E te darei a ti e à tua semente depois de ti a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão, e ser-lhes-ei o seu Deus.”

 

As promessas do concerto de Deus foram repetidas ao filho de Abraão, Isaque (Gênesis 26: 2- 5), ao filho de Isaque, Jacó (Gênesis 28: 13- 15; 35: 10- 12), e aos doze filhos de Jacó (Êxodo 2: 23- 25). Os descendentes dos doze filhos de Jacó formaram a nação, Israel. (1Crônicas 16: 13- 19.)

 

1. Promessas por se cumprir. As promessas de Deus a Abraão e a Israel não foram cumpridas por completo. Estas promessas serão cumpridas no reino de Cristo. Estevão, em seu sermão histórico, mencionou que Abraão não herdou estas promessas durante a sua vida. “Então, saiu da terra dos caldeus e habitou em Harã. E dali, depois que seu pai faleceu, Deus o trouxe para esta terra em que habitais agora. E não lhe deu nela herança, nem ainda o espaço de um pé; mas prometeu que lhe daria a posse dela e, depois dele, à sua descendência, não tendo ele filho.”(Atos 7: 4, 5). “Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo nelas, e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra”(Hebreus 11: 13). Abraão e outros crentes fiéis serão ressuscitados da morte e herdarão estas promessas eternas no futuro reino de Cristo. Jesus disse: “Mas eu vos digo que muitos virão do Oriente e do Ocidente e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó, no Reino dos céus;”(Mateus 8: 11). “Ali, haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no Reino de Deus e vós, lançados fora.”(Lucas 13: 28).

 

2. Bênçãos condicionais. Deus advertiu aos Israelitas que o privilégio em habitar a terra prometida estava dependente na sua obediência a Ele. Como punição pelos seus pecados, Deus os colocaria fora da terra. (Levítico 26: 27- 34; Deuteronômio 28: 1- 67; Josué 24: 13- 20.) A nação do concerto e a terra prometida estão em elo. Em todo o tempo em que os israelitas habitaram a terra da Palestina, eles receberam bênçãos. Em todo as as vezes que deixaram a terra, eles receberam escravidão (Egito), cativeiro (Babilônia), e perseguição (dispersão mundial).

 

IV. Três partidas e três retornos

Três vezes os israelitas deixaram a terra prometida. Três vezes eles retornaram ou estão retornando para o lar. Cada partida a cada retorno à terra foi profetizado na Palavra de Deus.

 

1. Egito. A primeira partida de Israel da terra prometida ocorreu durante o tempo de José, quando Jacó e sua família foram ao Egito para escapar das condições de fome em Canaã. Durante a sua residência no Egito, os descendentes de Jacó foram sujeitos à extrema escravidão pelos egípcios. Através de Moisés, Deus libertou os Israelitas da escravidão egípcia e permitiu que eles retornassem para a terra de Canaã. A escravidão de Israel no Egito (Gênesis 15: 13; Atos 7: 6) e o retorno da nação à terra prometida (Gênesis 15: 14, 16; Atos 7: 7; Gênesis 50: 24- 26; Hebreus 11: 22) foi profetizado. Estas profecias cumpriram-se.

 

2. Babilônia. A segunda partida de Israel da terra da promessa ocorreu durante o tempo de Daniel, quando o rei da Babilônia, Nabucodonozor, levou o povo em cativeiro para Babilônia. Claro, que nem todos o judeus foram deportados para Babilônia; muitas pessoas foram deixadas nas áreas rurais para cuidar da terra. Foi a estes judeus que Jeremias, o profeta, ministrou. A deportação dos judeus para a Babilônia começou em 606 aC. O cativeiro babilônico durou setenta anos. O cativeiro foi profetizado (Jeremias 25: 8- 11; Ezequiel 21: 18- 27) e cumpriu-se. (2Crônicas 36: 15- 21.) O retorno dos judeus depois de setenta anos também foi predito (Jeremias 25: 12- 14; Isaías 44: 28; 45: 1- 4), e estas profecias cumpriram-se. (2Crônicas 36: 22, 23; Esdras 1: 1- 11; Daniel 9: 1, 2.) O retorno dos judeus sob Esdras e Neemias não cumpriu muitas profecias concernentes ao futuro retorno de Israel à Palestina. Estas profecias começam a cumpri-se hoje, e estarão cumpridas quando Jesus vier. Muitos judeus que viviam na Babilônia nunca retornaram para Canaã. Além disso, um grande agrupamento de judeus que escaparam da deportação para Babilônia foi para o Egito, e começou lá uma importante colônia judaica.

 

3. Dispersão mundial. A terceira partida dos judeus da Palestina começou em 70d.C. e completou-se em 135. Esta partida resultou na dispersão mundial da nação escolhida por Deus. Hoje, depois de quase dois milênios, a restauração de Israel começou a cumprir-se. A dispersão de Israel foi profetizada e tornou-se realidade. A restauração de Israel à terra prometida da mesma forma foi profeitzada, e estas profecias também serão cumpridas.

 

 

V. DISPERSÃO MUNDIAL DE ISRAEL

 

1. Dispersão Mundial Predita. Através de Sua Palavra, Deus advertiu os Israelitas que Ele os espalharia entre todas as nações como punição pela desobediência.

 

Deuteronômio 4: 27 Espalhar entre as nações

Deuteronômio 28: 63, 64 Espalhar entre os povos

Jeremias 9: 16 Espalhar entre os gentios

Jeremias 31: 27 Semear Israel com semente dos homens

Ezequiel 11: 16 Espalhar Israel entre os países

Ezequiel 37: 1, 2, 11 Como vale dos ossos secos

Ezequiel 39: 23- 28 Dispersos por causa do pecado

Oséias 3: 4 Estar muitos dias sem rei

Zacarias 10: 9 Semeá-los entre os povos

Mateus 23: 35- 39 Vossa casa ficará desolada

Mateus 24: 1, 2 Destruição do templo

Lucas 21: 20 –24 Jerusalém pisada pelos gentios.

 

2. Predita a perseguição de Israel. Espalhado entra as nações, o povo escolhido de Deus experimentaria extrema perseguição. Eles fugiriam de país para país; eles não encontrariam descanso para a sola dos seus pés. Deus disse a Abraão: “Eu abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem”(Gênesis 12: 3). Nações que favoreceram os judeus tem sido abençoadas; elas tem prosperado. Porém, nações que perseguiram os judeus, tem experimentado dificuldade e tragédia. A perseguição dos judeus foi predita na Palavra de Deus.

 

Deuteronômio 28: 65- 67 Sem descanso para a sola dos pés

Levítico 26: 33- 45 Fragilidade nos corações

Salmos 44: 14 Por provérbio e maldição

 

3. Dispersão Mundial Cumprida. Durante a era do Novo Testamento, amplas colônias de judeus viviam em todas as maiores cidades e províncias do Império Romano. O número de judeus vivendo fora da terra prometida era maior do que o número dos que viveram na terra. Muitos judeus que foram para Babilônia e Egito durante o tempo de Daniel, Ezequiel, e Jeremias nunca retornaram para o lar. Na verdade, durante o ministério terreno de nosso Senhor, Babilônia e Alexandria eram os dois maiores centros do pensamento e cultura judaica. Os judeus da dispersão que eram representados pelos babilônicos falavam a língua aramaica e dialetos de parentesco, e eles interpretaram o Velho Testamento por paráfrases dos caldeus, os Targuns. Por outro lado, os judeus de Alexandria no Egito, falaram a língua grega e produziram a Septuaginta, ou tradução grega do Velho Testamento. Países e línguas do mundo romano representados pelos judeus em Jerusalém no Pentecostes, (Atos 2: 8- 11) revelam a extensão da dispersão judaica naquele tempo. Quando Paulo saiu em suas jornadas missionárias, ele encontrou um grupo de judeus em quase toda cidade que visitou. Embora estes judeus residissem em várias áreas do Império Romano, Jerusalém era para eles o centro da unidade religiosa e política.

A grande dispersão mundial dos judeus de Jerusalém e da Palestina começou em 70dC. E completou-se em 135 dC. Em 70 dC., quarenta nos depois da crucificação de Jesus, Jerusalém foi destruída pelos romanos, sob a liderança de Tito. O colapso do estado nacional judaico ocorreu em 135dC., quando o general romano, Julius Severus, derrotou Simon Bar Kochba, que liderou uma revolta contra Roma. Mais de 500.000 judeus foram mortos em batalha. Os judeus fora dispersos da judéia e foram espalhados entre as nações da terra. Por ordem do imperador romano Hadrian, o nome da província judaica foi descartado, e foi mudado para Síria Palestina. Jerusalém foi feita uma cidade pagã, e os judeus foram impedidos de adentrar seus portões sob pena de morte. A perseguição aos judeus tornou-se comum através do império.

 

Durante séculos que seguiram-se, aos judeus não se permitiu viver na terra que pertencia-lhes. Porém, o Israel fiel nunca estará satisfeito até que retornem ao antigo lar deles. A cada ano eles sonharam com o retorno à terra a qual Deus prometeu a Abraão e sua semente. Em cada Festa da Páscoa eles diriam: “Próximo ano em Jerusalém! Próximo ano em Jerusalém!” Por cerca de dezenove séculos porém, o “próximo ano” não veio. Eles seguiram sendo espalhados sobre a terra enquanto que a terra prometida era governada pelos romanos, os muçulmanos, e os turcos. Por onde quer que foram os judeus, eles trouxeram bênçãos e prosperidade para as nações. Os judeus sofreram quase uma constante perseguição, mesmo fugindo de um país para outro. Durante a Era da Igreja, os judeus foram semeados entre as sementes dos homens. Eles residiram em quase todos os países da terra. As profecias Bíblicas concernentes à dispersão e perseguição mundial do povo escolhido de Deus literalmente cumpriram-se.

 

VI. Restauração de Israel à Terra Prometida

 

1. Restauração Prometida.

 

Deuteronômio 30: 3- 5 Vos trarei para a terra

Isaías 11: 11, 12 Dos quatro cantos da terra

Isaías 27: 11, 12 Ajuntarei um a um

Isaías 60: 21 Habitarão a terra para sempre

Isaías 61: 3- 11 Construirão em lugares assolados

Isaías 65: 17- 25 Jerusalém e seu povo gozo

Jeremias 23: 3- 8 Dominar o êxodo

Jeremias 24: 5- 7 Nunca deixar a terra outra vez

Jeremias 30: 3, 7- 11 Retorno à terra

Jeremias 30: 17- 22 Cidade será construída

Jeremias 31: 7- 12 Grande ajuntamento retornará

Jeremias 31: 23- 37 Cativos trazidos à terra

Jeremias 32: 37- 44 Fora de todos os países

Jeremias 33: 7- 14 Judá e Israel retornam

Ezequiel 11: 17- 21 Dar a vós a terra de Israel

Ezequiel 20: 34, 40- 44 Trazê-los à terra

Ezequiel 28: 25, 26 Ajuntar a casa de Israel

Ezequiel 34: 11- 16 Como o pastor busca a ovelha

Ezequiel 36: 8- 12 Trazer vos a vossa terra

Ezequiel 37: 1- 14 Ossos secos revivem

Ezequiel 37:15 – 28 Uma nação, um rei

Ezequiel 38: 8, 11, 12, 14 Ajuntado dentre as nações

Ezequiel 39: 25- 29 Toda a casa de Israel

Oséias 1: 10, 11 Serão ajuntados

Oséias 3: 5 Filhos de Israel retornam

Joel 3: 1, 17- 21 Trazer Judá novamente

Amós 9: 11- 15 Não mais retirados da terra

Miquéias 2: 12 Ajuntados como ovelhas

Zacarias 3: 20 Trazê-los novamente

Zacarias 8: 7, 8 Do oriente e países ocidentais

Zacarias 10: 10- 12 Eu os trarei novamente

Salmos 102: 16 Quando o Senhor construir Sião

Mateus 24: 31- 34 A nação da figueira

Romanos 11: 11- 27 Todo o Israel será salvo

 

 

2. A restauração começa. Durante o meio do século dezenove, uns poucos judeus espalhados pelo mundo começaram a erguer suas vozes em apelo para que seus irmãos retornassem a Palestina. Em 25 de Agosto de 1897, o Primeiro Congresso Sionista ocorre em Basle, Suíça. Este encontro de judeus foi convocado por um judeu austríaco, Teodor Herzl, que foi o pai do Sionismo moderno. Pelos próximos cinqüenta anos, a organização Sionista palnejou e trabalhou para atingir sua ambição, a qual foi finalmente realizada na formação do novo estado de Israel.

A Inglaterra, em 2 de Novembro de 1917, publicou a famosa Declaração Balfour, nomeada pelo Secretário Britânico do Exterior, Arthur James Balfour. Neste documento lê-se, por extenso:

 

Querido Senhor Rothschild,

 

Eu tenho muito prazer em transmitir-lhe, como representante do Governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia com as aspirações Sionistas Judaicas as quais foram submetidas e aprovadas pelo Gabinete.

 

O Governo de Sua Majestade viu com favor o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo Judeu, e fará uso de seus melhores esforços para facilitar a obtenção deste objetivo, fica bem esclarecido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas existentes na Palestina, ou os direitos e posições políticas compartilhado pelos judeus em qualquer outro país.

 

Eu estarei agradecido se você levar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista.

 

Seu,

 

(Assinatura) Arthur James Balfour.

 

 

 

Durante a Primeira Guerra Mundial, o General Edmund Allenby, como comandante chefe da Força Expedicionária Britânica-Egipcia, invadiu a Palestina e, em 9 de Dezembro de 1917, capturou Jerusalém sem tiros. O governo turco sobre a Palestina teve um fim. No Tratado de Sevres, em 10 de Agosto de 1920, a Turquia renunciou para os Aliados seus direitos formais sobre a Palestina. No mesmo ano, a Liga das Nações deu à Inglaterra jurisdição sobre a terra santa, o que tornou-se efetivo em 23 de Setembro de 1923. Em conseqüência disso, o caminho estava aberto para os judeus irem para o lar. Desde aquele tempo, a restauração de Israel começou a ser realidade. Durante a Segunda Guerra Mundial, os Judeus vivendo na Europa sofreram extrema perseguição, o que resultou num desejo intenso dentre os judeus em retornarem para casa. Em 1939, devido às hostilidades Árabe-Judaicas, a Inglaterra renunciou sua Declaração Balfour incisivamente restringiu a imigração judaica para a Palestina. Em 29 de Novembro de 1947, as Nações Unidas adotou o Plano de Partilha, assegurando certos territórios aos Judeus, e outros aos árabes. Em 11 Dezembro de 1947, A Inglaterra anunciou que terminaria seu mandato sobre a Palestina em 15 Maio de 1948.

 

À meia noite, em 14 para 15 de Maio de 1948, os Judeus na Palestina anunciaram a formação do novo estado de Israel, com o Sr. David Bengurion como primeiro ministro e Dr. Chaim Weismann como primeiro presidente. Desde aquele tempo, as maiores nações da terra reconhecem o novo governo. Em 11 de maio de 1949, Israel foi aceita como a 59ªnação membro das Nações Unidas. Os Judeus de todas as nações do mundo eram bem vindos ao novo estado Judaico. Em 1900, haviam cerca de 50.000 judeus na Palestina; em 1936, o número havia crescido para 375.000 pessoas. A população judaica hoje na Palestina é mais de um milhão de pessoas. (Quando foi editado este livro original). À medida que retornam para o lar, a terra prometida está sendo reconstruída; os desertos estão sendo transformados em jardins. As chuvas na Palestina mais que duplicou nos recente anos. A terra está recebendo bênçãos porque o povo da terra está retornando para o lar. A restauração de Israel à Palestina está tornando-se realidade. A restauração final e completa, obviamente, ocorrerá quando Jesus vier.

 

VII. Futura Conversão de Israel

O retorno de Israel à Palestina e seu retorno a Deus estão juntos num elo. Como uma nação, o retorno de Israel à Palestina desacreditado. “Cegueira em parte” ainda está presente sobre Israel, porque a Igreja ainda não completou-se; “a plenitude dos gentios”ainda não cumpriu-se. (Romanos 11: 25, 26.) A Grande Tribulação, o “tempo da tribulação de Jacó” (Jeremias 30: 7), ocorrerá sobre os judeus como sua última grande perseguição. A conversão da nação de Israel ainda é futura. Quando Jesus retornar à terra como Rei dos reis, Israel O aceitará como o tão esperado Messias. Quando eles verem-No , eles arrepender-se-ão dos seus pecado e serão convertidos a Deus e Cristo. Deus purificará os Israelitas de seus pecados, dará a eles um novo coração, e estabelecerá um novo concerto com eles.

 

Deuteronômio 30: 1- 6 Circuncidar teu coração

Isaías 4: 3, 4 Lavar a impureza

Isaías 59: 20, 21 Arrepender da transgressão

Isaías 60: 21 Será justificado

Jeremias 23: 6 Judá será salvo

Jeremias 24: 7 Arrepender de todo coração

Jeremias 31: 9 Virão com choro

Jeremias 31: 31- 34 Novo concerto com Israel

Jeremias 32: 37- 40 Dar a eles um coração

Jeremias 33: 8 Purificar de toda a iniquidade

Ezequiel 11: 17- 20 Um novo espírito em vós

Ezequiel 36: 24- 38 Eu os limparei

Ezequiel 37: 23, 26- 28 Os limpará

Daniel 9: 24 Fazer cessar os pecados

Oséias 3: 5 Voltar para o Senhor

Zacarias 3: 13, 15 Não farão iniquidade

Zacarias 12: 10- 14 Lamento pelos pecados

Zacarias 13; 1, 2 Fonte para purificação

Romanos 11: 25, 26 Todo o Israel será salvo

 

 

VIII. Futura Posição e Obra de Israel

Depois que Cristo houver retornado a terra como Rei dos reis e governar as nações com Sua Igreja glorificada, Israel será exaltado sobre todas as nações e cumprirá o propósito missionário original de Deus. Jerusalém será a cidade capital do futuro Reino de Cristo. Israel, que por século tem sido provérbio e maldição entre os gentios, será honrada como a nação escolhida de Deus no Reinado de Cristo.

 

Deuteronômio 14: 2 Sobre todas as nações da terra

Isaías 60: 1- 22 Gentios vem para a sua luz

Isaías 61: 5, 6 Ministros do Senhor

Zacarias 8: 20- 23 Nós iremos convosco

Apocalipse 21: 12 Doze portões da Cidade Santa

 

 

FOnte> Systematic Teology _ Alva Huffer- Church Of God – EUA

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ESTUDOS BÍBLICOS
9 Comments on this post.
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